Concurso Público para Professor Associado do Laboratório de Ciências Ambientais da UENF- 2026

Concurso Público para Professor Associado do Laboratório de Ciências Ambientais UENF- 2026 O Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro convida profissionais a participarem dos concursos públicos para integrar uma das mais tradicionais e produtivas equipes de pesquisa em Ciências Ambientais do país. O LCA está localizado em Campos dos Goytacazes/RJ, cidade de médio porte com boa infraestrutura urbana e de serviços, e a instituição tem procurado oferecer um ambiente acadêmico dinâmico, multidisciplinar e internacionalizado, com forte atuação em temas estratégicos como mudanças climáticas, biogeoquímica, ecotoxicologia, conservação de ecossistemas, recursos hídricos e sustentabilidade. Os candidatos terão a oportunidade de atuar na formação de recursos humanos de excelência, desenvolver projetos inovadores e ampliar redes de colaboração científica nacionais e internacionais, contribuindo diretamente para a produção de conhecimento de alto impacto e para a solução de desafios ambientais contemporâneos. Se você busca uma instituição comprometida com a excelência acadêmica, infraestrutura de pesquisa consolidada e um ambiente colaborativo e estimulante, esta é uma excelente oportunidade para construir uma carreira de destaque junto ao LCA/UENF. Dê asas às suas mais ousadas ideias de ensino, pesquisa e extensão junto com os nossos docentes, técnicos e alunos. CONCURSOS PÚBLICOS COM INSCRIÇÕES ABERTAS: – Concurso para Professor Associado do LCA – Biologia/Ecologia Vegetal. Estão abertas as inscrições para o concurso público para Professor Associado do Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da UENF, na área de Biologia/Ecologia Vegetal. Veja o Edital AQUI. Veja a publicação no DOERJ AQUI.   – Concurso para Professor Associado do LCA – Geoquímica/Geoquímica de Superfície e Ambiental. Estão abertas as inscrições para o concurso público para Professor Associado do Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da UENF, na área de Geoquímica/Geoquímica de Superfície e Ambiental. Veja o Edital AQUI. Veja a publicação no DOERJ AQUI. Veja a Errata ao Edital AQUI.

Congresso internacional no Canadá debate conexões entre ciência, pessoas e ecossistemas aquáticos

O congresso internacional Aquatic Confluence: Science, People, Knowledge será realizado entre os dias 12 e 16 de maio de 2026, em Montreal, Quebec, Canadá, no âmbito da Reunião Conjunta ASLO–SIL 2026. O evento reunirá cientistas de diferentes partes do mundo com atuação em ambientes aquáticos continentais e marinhos, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e abordagens interdisciplinares. A proposta do congresso é estimular a troca de abordagens metodológicas e aprendizados em diferentes escalas, destacando as múltiplas formas de interconexão entre sistemas de água doce e oceânicos. Essas conexões incluem tanto as interações entre organismos quanto os processos físicos e biogeoquímicos, como a estratificação, que sustentam os estados ambientais desses ecossistemas. Outro eixo central do evento é o incentivo ao diálogo entre cientistas, partes interessadas e detentores de conhecimentos indígenas, valorizando a cocriação do conhecimento. A iniciativa busca contribuir para o enfrentamento dos principais desafios da sociedade relacionados aos habitats aquáticos, à gestão dos recursos hídricos e às mudanças ambientais globais. Fonte: ASLO

Déficit em ciência oceânica amplia riscos à Amazônia Azul

Um estudo publicado recentemente pela Academia Brasileira de Ciências apresenta considerações da ciência brasileira sobre a Amazônia e os desafios da pesquisa oceânica no país. Intitulado “O paradoxo brasileiro entre ciência oceânica e exploração de recursos naturais: em busca da estrutura e função do Grande Recife Amazônico”, o trabalho é assinado por Carlos E. de Rezende, Michel M. Mahiques, Eduardo Siegle, Claudia Omachi, Nils E. Asp, Ricardo Kruger, Cristiane Thompson e Fabiano Thompson e discute a relevância científica e ambiental do Grande Sistema Recifal Amazônico (GARS) em um contexto de crescente exploração de recursos naturais. O estudo chama atenção para o baixo investimento nacional em ciências marinhas: apenas 0,03% dos recursos são destinados à pesquisa oceânica, frente a uma média global de 1,7%, segundo o Relatório Global de Ciência Oceânica (IOC–UNESCO, 2020). A situação é ainda mais crítica na Margem Equatorial Brasileira, onde menos de 5% da área foi estudada, o que limita o conhecimento sobre a biodiversidade marinha e reforça o papel estratégico do GARS para o avanço científico e a gestão sustentável da Amazônia Azul. O texto também apresenta recomendações que apontam a urgência de medidas de gestão pesqueira e proteção ambiental no GARS, com restrição a práticas destrutivas, monitoramento contínuo e manejo sustentável dos recursos naturais. Além disso, destaca a necessidade de ampliar os investimentos em Ciências do Mar, com mais pesquisas oceanográficas na Margem Equatorial Brasileira e destinação de recursos para infraestrutura científica, inovação e bioeconomia marinha, buscando conciliar conservação ambiental, soberania científica e desenvolvimento socioeconômico. 📄 O documento completo pode ser acessado AQUI

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